Steps Ahead, uma das melhores referências do jazz de fusão ombreando com Weather Report, albergou muitos dos grandes nomes do jazz como Steve Gadd, Michael Brecker, Eliane Elias, Warren Bernhardt, Rachel Z, Peter Erskine, Tony Levin, Darryl Jones, Eddie Gomez... etc. a lista é longa.
Mike Mainieri, membro fundador, brinda-nos com um dos seus espectaculares solos de vibrafone e o saudoso Michael Brecker com um solo naquele peculiar e maravilhoso instrumento electrónico da AKAI, o EWI ( ElectronicWind Instrument) que Michael era um dos poucos que o dominava com mestria e criatividade.
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julho 26, 2010
julho 15, 2010
Renaud Garcia-Fons trio
Renaud Garcia-Fons apresenta-se como músico de jazz nos mais variados festivais dessa música e, como tal, pela sua editora Enja. . Não me atrevo a classificar de outro modo. Música de fusão do flamenco e do musette com o jazz, é um prazer ouvi-la e apreciar a sua enorme qualidade.
maio 28, 2010
Gabor Szabo
Gabor Szabo foi outro guitarrista Europeu com características bem peculiares, não só pela tipologia do seu som, mas também devido à guitarra que usava. Não era uma a típica guitarra Jazz, mas sim de folk, muito embora fosse adaptada em termos de equalização. Foi uma figura não muito consensual no meio jazzistico internacional, mas trabalhou com muito boa gente, como por exemplo Chico Hamilton 5et no seu famosissimo The Dealer.
Passo aqui uma perspectiva da sua carreira com interesse, pois integra um grupo de fusão.
Passo aqui uma perspectiva da sua carreira com interesse, pois integra um grupo de fusão.
maio 19, 2010
Nana Vasconcelos
Nana Vasconcelos, é talvez dos percussionistas mundiais o mais criativo, tudo serve para fazer som, como dizia Hermeto Pascoal -" Só não toca quem não quer"... E este senhor toca quase tudo que mexa!
Este post é muito curioso, pois mostra-nos uma faceta desconhecida de outro grande percussionista/baterista Jack Dejohnette a tocar teclas, dizem que foi o primeiro instrumento dele, mas ainda bem que mudou, senão o Jazz ficaria bem mais pobre ao nível da drum beat.
Um post diferente com muito para ver...
Este post é muito curioso, pois mostra-nos uma faceta desconhecida de outro grande percussionista/baterista Jack Dejohnette a tocar teclas, dizem que foi o primeiro instrumento dele, mas ainda bem que mudou, senão o Jazz ficaria bem mais pobre ao nível da drum beat.
Um post diferente com muito para ver...
abril 22, 2010
Steve Coleman
Mais um saxofonista alto de grande capacidade e criatividade, Steve Coleman muito conotado com o jazz contemporâneo (não confundir com Ornette Coleman) possui uma sonoridade única, faz um género de fusão nos seus múltiplos projectos, talvez o mais conhecido seja o The five elements. É um musico imprevisível, nunca sabemos o que vai acontecer a seguir...
Por vezes perde-se em registos demasiado sintetizados seja nas teclas, ou mesmo na guitarra.
Tenho vários discos dele e a sensação que tenho, quando os oiço é exactamente essa, a musica da a incerteza, do improviso como o bom jazz pede.
Circle C (Steve Coleman)
Steve Coleman- alto saxophone
Steve Williamson- tenor saxophone
James Weidman- piano, keyboards
David Gilmore- guitar
Reggie Whashington- electric bass
Tommy Campbell- drums
Por vezes perde-se em registos demasiado sintetizados seja nas teclas, ou mesmo na guitarra.
Tenho vários discos dele e a sensação que tenho, quando os oiço é exactamente essa, a musica da a incerteza, do improviso como o bom jazz pede.
Circle C (Steve Coleman)
Steve Coleman- alto saxophone
Steve Williamson- tenor saxophone
James Weidman- piano, keyboards
David Gilmore- guitar
Reggie Whashington- electric bass
Tommy Campbell- drums
fevereiro 27, 2010
Richard Bona
África, América Latina, Jazz, tudo misturado dá isto. Não se entende nada do que ele diz mas faz-nos dançar. Eu gosto.
fevereiro 19, 2010
fevereiro 03, 2010
janeiro 29, 2010
Pat Metheny . - Here to stay
Portugal, há 16 anos era um país muito diferente, e esta música que aqui trago, recorda-me um aspecto interessante dessa época. Durante a semana santa, a RFM, rádio de inspiração católica, interrompia a sua programação normal e passava Pat Metheny, entre outras músicas com influência do Jazz.
Recordo este facto por ele me ser especialmente querido, pois tinha uma casa perto da Arrábida e percorria os brejos vizinhos com um velho UMM com a RFM da Páscoa, na companhia do meu filho, com 12 anos, acompanhados por esse som que ambos começávamos a descobrir e a amar.
Ainda hoje, longe dessa boa vida, não posso ouvir este tema sem disso me recordar. Nessa altura pensava que estava ali para ficar (here to stay)
Recordo este facto por ele me ser especialmente querido, pois tinha uma casa perto da Arrábida e percorria os brejos vizinhos com um velho UMM com a RFM da Páscoa, na companhia do meu filho, com 12 anos, acompanhados por esse som que ambos começávamos a descobrir e a amar.
Ainda hoje, longe dessa boa vida, não posso ouvir este tema sem disso me recordar. Nessa altura pensava que estava ali para ficar (here to stay)
janeiro 24, 2010
Chick Corea - Light as a feather
Corea foi talvez o primeiro músico de jazz a criar um discurso adequado ao piano electrónico Fender Rhodes.
Em Light as a feather, album que seguiu o Return to Forever e que eu tenho dificuldade em dizer qual gosto mais, Corea exibe esse novo discurso na perfeição. Reparem na maravilhosa prestação vocal de Flora Purim e no solo de sax de Joe Farrell. Música dos anjos!
Podem adquirir baratinho em AMAZON
Para contraponto uma prestação de Corea e Stanley Clark em acústico.
Em Light as a feather, album que seguiu o Return to Forever e que eu tenho dificuldade em dizer qual gosto mais, Corea exibe esse novo discurso na perfeição. Reparem na maravilhosa prestação vocal de Flora Purim e no solo de sax de Joe Farrell. Música dos anjos!
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Para contraponto uma prestação de Corea e Stanley Clark em acústico.
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